Evitar pink washing, social washing e green washing: como podem as empresas assumir liderança nas questões relativas aos Direitos Humanos e do Ambiente?

Cada vez mais pessoas se têm apercebido das desigualdades intrínsecas na sociedade, e sendo assim, mais pressão tem sido feita nas empresas para que estas possam garantir a diversidade e a inclusão a todos os níveis. Em paralelo, o impacto dos indivíduos e das empresas nas alterações climáticas tem sido cada vez mais estudado e tem inspirado protestos e reivindicações contra aqueles que não estão a fazer o suficiente.

Dado o fosso entre a regulamentação e a responsabilização das empresas para garantir a diversidade, a inclusão e a sustentabilidade, empresas e instituições têm sido alvo de um forte escrutínio público. E, como resultado, as empresas reagiram, e agora temos o fenómeno do social, pink e green washing. Tudo isto levanta uma série de questões, será que as empresas podem realmente assumir a liderança nas questões de Direitos Humanos e Ambiente sem distorcer o objetivo final? Será justo exigir às empresas a promoção dos Direitos Humanos? Durante o evento pretende-se responder a estas perguntas.

 

Oradores:

– Moderadora: Dussu Djabula, Assistente de Investigação no NOVA BHRE
– Nuno Lousa: Sócio da Linklaters, Codiretor da região Europa e Sócio coordenador da área de Resolução de Litígios em Lisboa
– Sandra Ribeiro: Presidente da Commission for Citizenship and Gender Equality (CIG)
– Francisco Ferreira: Professor Associado da Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, Investigador no Research Centre on the Environment and Sustainability e Presidente da Associação ZERO

Dia 10 de março

18:00 (Hora de Lisboa)